Todo final de ano a história se repete, isso em toda família que se preza. Reforma de casa, troca de móveis, renovação no vestuário enfim. Para não fugir a regra, todo final de ano costumo fazer dessas coisas também. Quando não pinto a minha casa, esse e um outro assunto que relatarei mais a frente, costumo trocar algum mobiliário ou eletrodoméstico. Dessa vez optei por trocar o meu velho e surrado guarda-roupa. Aproveitei uma dessas promoções loucas das badaladas casas de móveis e eletros para comprar o meu novo móvel. Paquerei vários modelos ate que um me chamou a atenção. Não titubeei em fechar negócio. Efetuei a compra, passei meu endereco para entrega e para a minha surpresa um montador iria a minha residência para efetuar o serviço. Disse os horários e os dias em que estaria disponível para a visita do tal montador. Não demorei muito a receber o meu móvel. Era uma sexta-feira quando o caminhão chegou a minha residência. Dois homens maravilhosos descarregaram o material. Suspirei ao deparar com aquelas duas maravilhas. Foram rápidos com o serviço já que tinham outras entregas para realizarem. Fui para o meu trabalho pensativo.
Aquelas duas figuras não me saiam do pensamento. Até que recebi uma ligação no celular. Do outro lado uma voz firme e grossa perguntava quem falava. Quanta ignorância! Respondi que era o dono do celular e com quem ele desejava falar. Muito sem graça o estranho respondeu dizendo ser montador de móveis e que havia sido designado pela loja para montar um guarda roupa que eu havia comprado. Pedi desculpas, me apresentei e perguntei como faríamos. Ele sorriu sem graça e perguntou se poderia ser naquele dia mesmo. Disse a ele que estaria em casa a noitinha, por volta das 21 horas. Ele disse que não haveria problema, fecharia o dia com o meu serviço, pois recebia por comissão e quanto mais montagem fizesse mais engordava o seu salário. Sorri e disse: tudo bem. Pelo timbre da voz imaginei um desse coroas barrigudos, cara de pinguço, desdentado e exalando aquele odor horroroso de suor passado, sem falar no hálito de cachaça apodrecida. Acabei meu expediente, abri mão da minha noite de sexta-feira e segui para casa. Tomei um banho, preparei um lanche expresso, liguei a televisão e fiquei aguardando o tal montador.
Ja passava das 21 horas e coisa que eu odeio é combinar algo com alguem e o mesmo se atrasar. Quando já estava prestes a explodir, a minha campainha tocou. Muito puto fui abrir a porta e, bem, deparei com uma figura, simplesmente maravilhosa. Um moreno jambo, aproximadamente 1,80 cm, aparentando uns 30 anos de idade, macacão cinza, aberto ate a altura do umbigo, deixando amostra um peitoral peludo e sexy. Era como um desses personagens de filmes pornos que povoam a nossa imaginação. Ele ficou parado em minha porta, com um sorriso lindo, onde apresentava uma arcarda dentária linda e perfeita. Convidei que entrasse e disse onde estava o móvel que precisava ser montado. Ele sorria discretamente, pediu desculpas pelo atraso e perguntou se podia usar meu banheiro antes de começar o serviço. Claro que concordei. Ele tinha uma bunda linda, dava para perceber por sob o macacão. De fora dava para ouvir nitidamente o chuapa de seu mijo na água do sanitário. Logo comecei a imaginar um monte de bobagens.
Ele saiu do banheiro ajeitando o zíper de seu macacão e deu início a montagem do meu guarda-roupa. Era um sujeito de poucas palavras. Fiquei acompanhando seus movimentos e ao mesmo tempo me deliciando em silêncio com tanta beleza e gostosura ao mesmo tempo. Enquanto isso a hora ia avancando assustadoramente. Perguntei se gostaria de beber um suco, água ou lá o que fosse. Ele pediu água. O suor em seu rosto era excitante também. Bom tempo depois ele passando a mão para aliviar um pouco o suor disse que não tinha como finalizar o servico, pois estava faltando uma determinada peça. Aquilo me deixou enfezado, ja passava da meia-noite, eu havia perdido minha sexta-feira e o cara não tinha conseguido montar a porcaria do meu guarda-roupa. Ele, educadamente, se desculpou e disse que retornaria na manha seguinte. Juntou as ferramentas, guardou numa maleta, mais uma vez pediu desculpas e saiu. Nossa! O que eu queria mesmo era que ele se desculpasse em minha cama. Como ja estava muito tarde, ajeitei a minha cama, tomei um suco e me recolhi.
Algum tempo depois ouvi minha campainha tocar. Atônito, pulei da cama e fui ver quem era, ja que não esperava ninguém. Para o meu espanto era o tal do montador. Meio desconfiado, abri a porta. Ele, educado como sempre, foi se desculpando e justificando o seu retorno. Disse-me que havia perdido o horário do ônibus e que só haveria outro por volta das cinco da manhã. Perguntou se me importaria em deixá-lo ficar em minha casa, já que não tinha para onde ir.
Pressenti que os astros estavam conspirando a meu favor. Retruquei com um largo sorriso nos lábios que poderia sim e era bom que logo ao amanhecer poderia resolver o problema do meu guarda-roupa. Ele sorriu e respondeu:-com certeza-.
Tratei de entregar uma toalha a ele para que tomasse banho, já que havia transpirado bastante. Disse que podia ficar a vontade, pois morava sózinho e que não tinha a menor importância ele ficar nu, de sunga, de short, sei la. Ele apenas sorria. Tomou banho e saiu do banheiro vestido num short. Perguntei se haveria algum problema dividir a cama comigo. Ele disse que não. Foi logo se acomodando, alegando cansaço. Pronto! Nao consegui pregar os olhos, pois a minha atenção estava voltada para aquele moreno. Pedi que tirasse o short para ficar mais relaxado. Ele sorriu e disse que estava bem. Insisti. Aleguei que o short estaria sujo já que ele havia passado o dia usando o mesmo. Ele timidamente disse que não usava cuecas. Sorri e disse que poderia dormir nú. Ele sorriu também e disse que poderia ser perigoso. Sorri e respondi que estaria tudo bem.
Ele achou melhor não. Respeitei. Como sou atrevido, liguei a televisão e coloquei num desses canais de sexo, propositalmente. Tirei a minha roupa e disse a ele que só conseguia dormir despido. Ele voltou a sorrir e perguntou se eu não temia ser enrabado. Perguntei a ele por quem? Já que morava sózinho. Observei que o pau dele estava a tempo de saltar de seu short. Ele murmurou: -Porra, estou ficando louco com esse filme! Peguei os controles remotos e passei para ele explicando como fazer para desligar a televisão caso sentisse sono. Nisso aproveitei a oportunidade para rocar meu braço em seu volume.
Que pau grosso. Percebi que o havia gostado da minha. Fiquei de lado e fiz de conta que estava pegando no sono. Senti sua mão grossa passear pela minha bunda. Encostei ainda mais sobre suas pernas. Senti que ele virou e começou a passar o pau, ainda no short em meu traseiro. Soltava alguns gemidos. Saquei que estava no papo. Levei a minha mao de encontro ao seu caralho. Nossa! Estava enrijecido e úmido. Ele perguntou baixinho, mordendo a minha orelha: Tem camisinha aí? Era o passaporte para uma grande e inesquecível aventura sexual.
Imediatamente levantei e peguei o preservativo na cômoda. Logo retornei e fui logo caindo de boca naquele cacete divino. Tirei o short dele deixando-o completamente nu. Que corpo magnifico, peito peludo, um verdadeiro DEUS GREGO. Deslizava a minha língua sobre a extremidade de sua pica, passava a pontinha da língua sobre a cabeça rosadinha, arrancando gemidos do meu garanhão. Ele alisava as minhas costas e cabeça. Logo, me virou de bruços e começou a lamber o meu reguinho. Sua língua era como veludo entrava e saia de minha gruta deixando-me enfurecido de tanto prazer. Ao mesmo tempo em que enfiava a língua, colocava o dedo, cuspia e dava palmada. Nunca havia transado com um cara tão gostoso como aquele montador.
Voltei a chupar-lhe a pica. Cuspia em sua piroca e mamava. Ele estava alucinado. Sem nos contermos, ele colocou a camisinha, pegou-me com virilidade, arrastou-me para junto de seu corpo e estocou. Puta que pariu! Foi de uma vez. A dor foi inevitável. Mas, ele foi carinhoso. Fez alguns vai e vens e, para a minha surpresa, explodiu em gozo. Confesso que fiquei frustrado, pois esperava mais. Para a minha surpresa, o pau dele estava duro novamente. Voltei a chupa-lo. Ele pediu para que sentasse sobre a mesa. Obedeci. Pegou minhas pernas colocou sobre seus ombros e me estocou novamente. Que delícia. Depois pediu que ficasse curvado apoiado no chão. Começou a roçar seu imenso caralho entre meu saco e cu. Que delícia de roçado. Estava me sentindo uma cadela sendo possuida por um pit bull. Ficou um bom tempo naquela putaria. Pediu para que eu levantasse. Obedeci. Depois pediu que pulasse em sua cintura. Assim fiz. Ao agarrar-me em seu pescoço, ele ajeitou a pica em meu cu. Ia enfiando e me conduzindo para a cama. Ficamos acomodados. Fiquei de bruços, ele passeava sua ferramenta em minhas costas. Ja não aguentava mais. Começou a me morder sensivelmente e beijar ao mesmo tempo. Mais uma vez enfiou. Dessa vez não tive como resistir. Enquanto ele se movimentava dentro de mim, eu me contorcia de gozo e prazer. Um jato de porra eclodiu de minha pica melando o lençol. Ele enfiava mais frenéticamente até que explodiu em gozo, soltando um uivo louco. A bem da verdade eu não acreditava em tudo que havia acontecido. Tanto que logo o dia clareou. Ele levantou bem cedo, tomou banho e saiu sem fazer barulho. Fiquei assustado. Bom tempo depois retornou, dizendo que já havia ido ao deposito pegar a peça que viera faltando do meu guarda roupa. Imediatamente concluiu o serviço e disse que precisava ir embora, pois tinha outros clientes para atender. Nem café tomou em minha casa. Embora acordado, continuei divagando pela noite bem dormida com aquele homem maravilhoso. Atrevido como sou, retornei a loja, dessa vez para comprar uma estante...Bem, o que voces acham que pode ter acontecido?
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sábado, 8 de agosto de 2009
O MECÂNICO PELUDO
O meu nome e Pedro. Tenho 35 anos, 1,72, 70 kg, moreno, peludo, cabelos e olhos castanhos e uma barba escura e serrada.
Adoro comer uma bunda de homem, principalmente se forem daqueles machões brutamontes que nem eu. A história que vou contar começou há seis meses e dura até hoje.
Sempre levei meus carros em uma oficina mecânica pequena e onde o proprietário que se chamava Moisés fazia as vezes de mecânico, pintor, e o que precisasse. ele era um cara legal, 42 anos, moreno, forte, um pouco barrigudinho, altura 1,75, sobrancelhas grossas e pretas e a barba sempre por fazer. Na minha cabeça imaginava ter alguma coisa com aquele homem, mas não via chances para tentar, pois nosso assunto era apenas sobre o conserto do carro.
Certo dia meu carro me deixou na mão em plena rua. Eram 17hs, como tinha o tel celular de Moises e a oficina era próxima, resolvi ligar. Em 15 minutos ele ja estava no local. Examinou o carro, conseguiu faze-lo pegar mas me disse que teria que levar para a oficina pois o conserto só poderia ser feito lá.
Então entramos no carro, Moisés dirigindo, e fomos para oficina. o visual daquele machão delicioso dirigindo meu carro me encheu de tesão.
Ele vestia um macacão azul, surrado, sujo de graxa, totalmente aberto , onde eu podia ver aquele monte de pelos escuros para fora, braços fortes peludos e as mãos grandes no volante do carro.
Sem que ele percebesse enquanto conversavamos eu olhava para seu volume, que era bem tentador, parecia ate que estava sem cueca, pois sua rola destacava-se no macacão azul. estava ali no lado esquerdo e só formato dela já me provocava. no caminho ele puxou um assunto sobre um cliente que naquele dia tinha dado uma cantada nele, mas que ele não havia topado, o interessante foi como ele falou:
Não e que eu tenha nada contra, mas o cara tem que ser jeitoso, não é um bagulhão daqueles que vai me fazer gozar.
Ao dizer isso, ele mexeu no saco de uma forma tentadora, e eu nem sei como consegui disfarçar, mas nada rolou no carro.
Ao chegarmos a oficina, Moisés estacionou o carro e verificou novamente o motor, estava calor, a oficina já fechada, ele então abriu o macacao, deixando aquele tórax lindo prá fora, ficou só com a calça. Os pelos não se resumiam só ao tórax, as costas tambem eram muito peludas, o que só aumentou meu tesão, eu nessa hora meio que vacilei, pois comecei a tremer de tesão e nervoso.
Então marquei com ele para pegar o carro no outro dia, que seria uma sexta feira.
Quando sai, meu corpo fervia de tesão, minha cabeça fervilhava com perguntas que eu não tinha respostas, pois eu acabara de perder uma chance de ouro para transar com aquele macho. Pensei que não teria mais chance.
No dia seguinte, cheguei propositadamente no final do expediente, bati na porta e Moisés veio atender.
Abriu a porta e lá estava ele com o macacão pela cintura, aqueles pelos me tentando, minha vontade foi agarra-lo ali mesmo, mas me segurei. Quando nos falavamos senti que ele estava com um bafo de cerveja, e ja algo calibrado, pois andava ate meio trôpego, isso me deixou bastante animado.
Depois de me mostrar o motor, ele encostou no carro e começamos a conversar sobre o defeito(que já estava sanado)
Durante a conversa ele alisava sua rola de uma forma carinhosa, como se quisesse que eu a pegasse, me olhava fixamente, com aquele olhar de gavião. Eu ja não me aguentava, então fui direto no assunto:
- Sobre aquele seu cliente de ontem, e se fosse eu que te cantasse?
Quando falei, nem dei tempo para ele responder, logo peguei a rola na minha mao, e que delícia, era grande estava ainda adormecida, mas podia sentir toda aquela gostosura na minha mão.
Ele então me disse: vamos lá para dentro, a gente pode ficar mais a vontade.
Ao chegarmos num pequeno escritório, ele foi logo descendo o macacão e falando:
- Vem, seu Pedro, chupa minha rola.
O visual não poderia ser melhor, como imaginava ele estava sem cueca, a rola agora dura realmente era enorme, grossa, a cabeca roxa e brilhante de tanto tesão, o saco grande, com dois bagos enormes e pesados que mais pareciam dois pedregulhos, tudo isso no meio de duas coxas, grossas e peludas. nao podia ser melhor, alias era melhor do que eu imaginava.
Sem perder tempo, comecei a chupa-lo como se tivesse com um delicioso picolé na mão, passava a lingua pela cabeça da rola dele que latejava de tesão, quando eu passava a língua pelo saco e engolia os bagos Moisés simulava uma punheta em camera lenta, apenas para aumentar seu tesão.
Alcancei a sua bunda e, como ele não demonstrou rejeição, mergulhei meus dedos por entre seu rabo. No meio de todos aqueles pelos, descobri seu cuzinho, que acreditem estava piscando, e isso mais atiçava Moisés. Seu suor escorria pelo seu corpo.
Passei a lamber toda sua virilha que estava toda suada, engoli seu saco cabeludo, chupava suas pernas, enfiei minha cabeça por entre seu sexo. Moisés de pé com as pernas abertas e eu lambendo seu cuzinho, mordia a entrada, ele me chamava de seu macho, seu peludinho, me xingava de filho da puta.
Voltei a lamber sua virilha que tinha um sabor dos deuses. Abocanhei seu caralho, sugava com vontade. Moisés me mandava chupar mais ainda.
- Vai meu macho! me chupa como homem, desgraçado! isso me deixava louco de tesão.
Chupei com tanta fúria e com tanta vontade que não demorou muito e ele esporrou abundantemente na minha boca. Era cada jato, que quase engasguei. Parecia um cavalo gozando!
Sem perder tempo, ele mandou que eu tirasse a roupa, ate então ainda estava vestido. Quando fiquei pelado, ele pediu para que eu o deixasse me comer, falei que nunca havia transado como passivo e que seu pau iria me arrebentar, ele então foi pegar um pote de vaselina. Me agarrou com violência, me colocou na posição de frango assado e começou a chupar o meu cu, me deixando louco. Depois encostou seu mastro na entrada do meu cu e comecou a forçar passagem, mas o pau dele era grande demais. De repente a cabeça do pau entrou mas automaticamente dei um pulo e o tirei de dentro de mim. Isso o deixou mais louco ainda. Com uma tesão sem tamanho, ele repetiu o processo, encostando de novo seu cacete na portinha. Eu parei de me debater e suava frio. Moisés foi pressionando, firme. Começou a doer e a arder. Num dado momento a resistência ficou menor e ele empurrou tudo. Doeu muito e gritei. ele então tirou rapidamente, me pedindo desculpa. Depois me virou de frente e abocanhou meu pau inteiro e começou a me chupar. e o danado tinha experiência! segurava a base do meu cacete e chupava com maestria e com a outra mão massageava minhas bolas, estava maravilhoso, aquela boca quente envolvendo meu pau, a barba aspera roçando meu saco.
- Dá sua porrinha pro Moisés! - ele disse. E chupava, engolia o cacete todo, lambia da base ate a cabeça, voltava a colocar todo ele em sua boca, vez por outra abocanhava minhas bolas chupando uma depois a outra, eu estava louco de tesão e gemia alto, acariciando sua cabeça, não demorou muito e avisei que iria gozar. Ele chupou ainda com mais vontade, abri minhas pernas, enquanto segurava a cabeça dele no meu pau, o gozo veio como uma explosão e os jatos encheram a boca do meu mecânico, que engolia tudo, sem desperdiçar nem uma gota. Depois ele se levantou e me beijou.
- Sua porra é legal - ele disse. - Tem gosto de cerveja.
Eu sorri, achando engraçado. Nunca tinha ouvido falar que porra tivesse gosto de cerveja.
Moisés me abraçava, me beijava, roçava sua barba no meu peito peludo, lambia e chupava meus mamilos e me apertava com aquelas mãos rudes de macho que pega no pesado.
Não demorou muito e eu estava novamente de pau duro. Moisés então se colocou de quatro na minha frente e pediu:
- Vem, seu Pedro, fode meu cu!
Não perdi tempo, peguei a vaselina, lambuzei seu cuzinho que piscava pedindo vara, lambuzei meu pau para que aquilo fosse o mais confortável possível para ele e para mim, e então iniciei minha investida, seu cuzinho era delicioso, apertadinho, quente, uma maravilha! Fui vendo meu pau sumir dentro daquele mecânico como se estivesse sendo devorado, ele gemia e pedia mais, quando estava todo dentro fui iniciando um vai e vem, fui acelerando as entradas e saídas, tirava até a ponta da cabecinha e enfiava tudo de novo com força, ele adorava.
- Me come com força, seu filho da puta! - ele pedia. - Me enfia esse caralho gostoso, meu macho.
Suas palavras me levavam ao delirio. Estava todo atolado na sua bunda, que cena linda, ver aquele puta machão de quatro, eu por cima segurando os seus quadris, enfiando e saindo, ele rebolando e pedindo mais vara era simplesmente o máximo. Com meu pau todo lá dentro, montei nele e enfiava a língua na sua orelha. Já estava perto do gozo, quando ele disse que queria cavalgar, eu aceitei. Fiquei de barriga pra cima e ele sentou gostoso. Senti seu cu engolindo minha vara inteira de uma só vez. Seu pau começou a bater em minha barriga, de tão grande que era. Me puxou e nos abraçamos, ele com minha rola toda enterrada em seu cuzinho.
Beijei-o muito gostoso. Como beija aquele mecânico! Comecei a bater uma punheta pra ele que rapidamente avisou que ia gozar. Sem tirar o pau de dentro do seu cu, ergui a cabeça e abocanhei seu pau que jorrou aquela porra quentinha e gostosa, agora em muito menos quantidade que da primeira vez. Engoli novamente com vontade, enquanto gozava dentro dele, deixando aquele rabo completamente encharcado de porra.
Ficamos nessa posição até voltarmos ao folego normal Finalmente nos levantamos e fomos tomar um banho de mangueira nos fundos da oficina.
Depois fomos tomar uma cerveja e, como estava ficando tarde, ele me pediu se podia deixá-lo em casa. Dei carona pra ele e me convidou a entrar. Já no apartamento, ainda nos restou um pouco de forças para carícias múltiplas, explorando os nossos corpos ao mesmo tempo que nos beijavamos ardentemente, tocando bigode com bigode, língua com língua, eu sentindo sua barba, seu cheiro de macho... que delícia!...
Isso aconteceu ha 6 meses, de lá pra cá meu carro não deu mais nenhum defeito, mas sempre que da, eu e Moisés nos encontramos para uma boa trepada entre machos.
Adoro comer uma bunda de homem, principalmente se forem daqueles machões brutamontes que nem eu. A história que vou contar começou há seis meses e dura até hoje.
Sempre levei meus carros em uma oficina mecânica pequena e onde o proprietário que se chamava Moisés fazia as vezes de mecânico, pintor, e o que precisasse. ele era um cara legal, 42 anos, moreno, forte, um pouco barrigudinho, altura 1,75, sobrancelhas grossas e pretas e a barba sempre por fazer. Na minha cabeça imaginava ter alguma coisa com aquele homem, mas não via chances para tentar, pois nosso assunto era apenas sobre o conserto do carro.
Certo dia meu carro me deixou na mão em plena rua. Eram 17hs, como tinha o tel celular de Moises e a oficina era próxima, resolvi ligar. Em 15 minutos ele ja estava no local. Examinou o carro, conseguiu faze-lo pegar mas me disse que teria que levar para a oficina pois o conserto só poderia ser feito lá.
Então entramos no carro, Moisés dirigindo, e fomos para oficina. o visual daquele machão delicioso dirigindo meu carro me encheu de tesão.
Ele vestia um macacão azul, surrado, sujo de graxa, totalmente aberto , onde eu podia ver aquele monte de pelos escuros para fora, braços fortes peludos e as mãos grandes no volante do carro.
Sem que ele percebesse enquanto conversavamos eu olhava para seu volume, que era bem tentador, parecia ate que estava sem cueca, pois sua rola destacava-se no macacão azul. estava ali no lado esquerdo e só formato dela já me provocava. no caminho ele puxou um assunto sobre um cliente que naquele dia tinha dado uma cantada nele, mas que ele não havia topado, o interessante foi como ele falou:
Não e que eu tenha nada contra, mas o cara tem que ser jeitoso, não é um bagulhão daqueles que vai me fazer gozar.
Ao dizer isso, ele mexeu no saco de uma forma tentadora, e eu nem sei como consegui disfarçar, mas nada rolou no carro.
Ao chegarmos a oficina, Moisés estacionou o carro e verificou novamente o motor, estava calor, a oficina já fechada, ele então abriu o macacao, deixando aquele tórax lindo prá fora, ficou só com a calça. Os pelos não se resumiam só ao tórax, as costas tambem eram muito peludas, o que só aumentou meu tesão, eu nessa hora meio que vacilei, pois comecei a tremer de tesão e nervoso.
Então marquei com ele para pegar o carro no outro dia, que seria uma sexta feira.
Quando sai, meu corpo fervia de tesão, minha cabeça fervilhava com perguntas que eu não tinha respostas, pois eu acabara de perder uma chance de ouro para transar com aquele macho. Pensei que não teria mais chance.
No dia seguinte, cheguei propositadamente no final do expediente, bati na porta e Moisés veio atender.
Abriu a porta e lá estava ele com o macacão pela cintura, aqueles pelos me tentando, minha vontade foi agarra-lo ali mesmo, mas me segurei. Quando nos falavamos senti que ele estava com um bafo de cerveja, e ja algo calibrado, pois andava ate meio trôpego, isso me deixou bastante animado.
Depois de me mostrar o motor, ele encostou no carro e começamos a conversar sobre o defeito(que já estava sanado)
Durante a conversa ele alisava sua rola de uma forma carinhosa, como se quisesse que eu a pegasse, me olhava fixamente, com aquele olhar de gavião. Eu ja não me aguentava, então fui direto no assunto:
- Sobre aquele seu cliente de ontem, e se fosse eu que te cantasse?
Quando falei, nem dei tempo para ele responder, logo peguei a rola na minha mao, e que delícia, era grande estava ainda adormecida, mas podia sentir toda aquela gostosura na minha mão.
Ele então me disse: vamos lá para dentro, a gente pode ficar mais a vontade.
Ao chegarmos num pequeno escritório, ele foi logo descendo o macacão e falando:
- Vem, seu Pedro, chupa minha rola.
O visual não poderia ser melhor, como imaginava ele estava sem cueca, a rola agora dura realmente era enorme, grossa, a cabeca roxa e brilhante de tanto tesão, o saco grande, com dois bagos enormes e pesados que mais pareciam dois pedregulhos, tudo isso no meio de duas coxas, grossas e peludas. nao podia ser melhor, alias era melhor do que eu imaginava.
Sem perder tempo, comecei a chupa-lo como se tivesse com um delicioso picolé na mão, passava a lingua pela cabeça da rola dele que latejava de tesão, quando eu passava a língua pelo saco e engolia os bagos Moisés simulava uma punheta em camera lenta, apenas para aumentar seu tesão.
Alcancei a sua bunda e, como ele não demonstrou rejeição, mergulhei meus dedos por entre seu rabo. No meio de todos aqueles pelos, descobri seu cuzinho, que acreditem estava piscando, e isso mais atiçava Moisés. Seu suor escorria pelo seu corpo.
Passei a lamber toda sua virilha que estava toda suada, engoli seu saco cabeludo, chupava suas pernas, enfiei minha cabeça por entre seu sexo. Moisés de pé com as pernas abertas e eu lambendo seu cuzinho, mordia a entrada, ele me chamava de seu macho, seu peludinho, me xingava de filho da puta.
Voltei a lamber sua virilha que tinha um sabor dos deuses. Abocanhei seu caralho, sugava com vontade. Moisés me mandava chupar mais ainda.
- Vai meu macho! me chupa como homem, desgraçado! isso me deixava louco de tesão.
Chupei com tanta fúria e com tanta vontade que não demorou muito e ele esporrou abundantemente na minha boca. Era cada jato, que quase engasguei. Parecia um cavalo gozando!
Sem perder tempo, ele mandou que eu tirasse a roupa, ate então ainda estava vestido. Quando fiquei pelado, ele pediu para que eu o deixasse me comer, falei que nunca havia transado como passivo e que seu pau iria me arrebentar, ele então foi pegar um pote de vaselina. Me agarrou com violência, me colocou na posição de frango assado e começou a chupar o meu cu, me deixando louco. Depois encostou seu mastro na entrada do meu cu e comecou a forçar passagem, mas o pau dele era grande demais. De repente a cabeça do pau entrou mas automaticamente dei um pulo e o tirei de dentro de mim. Isso o deixou mais louco ainda. Com uma tesão sem tamanho, ele repetiu o processo, encostando de novo seu cacete na portinha. Eu parei de me debater e suava frio. Moisés foi pressionando, firme. Começou a doer e a arder. Num dado momento a resistência ficou menor e ele empurrou tudo. Doeu muito e gritei. ele então tirou rapidamente, me pedindo desculpa. Depois me virou de frente e abocanhou meu pau inteiro e começou a me chupar. e o danado tinha experiência! segurava a base do meu cacete e chupava com maestria e com a outra mão massageava minhas bolas, estava maravilhoso, aquela boca quente envolvendo meu pau, a barba aspera roçando meu saco.
- Dá sua porrinha pro Moisés! - ele disse. E chupava, engolia o cacete todo, lambia da base ate a cabeça, voltava a colocar todo ele em sua boca, vez por outra abocanhava minhas bolas chupando uma depois a outra, eu estava louco de tesão e gemia alto, acariciando sua cabeça, não demorou muito e avisei que iria gozar. Ele chupou ainda com mais vontade, abri minhas pernas, enquanto segurava a cabeça dele no meu pau, o gozo veio como uma explosão e os jatos encheram a boca do meu mecânico, que engolia tudo, sem desperdiçar nem uma gota. Depois ele se levantou e me beijou.
- Sua porra é legal - ele disse. - Tem gosto de cerveja.
Eu sorri, achando engraçado. Nunca tinha ouvido falar que porra tivesse gosto de cerveja.
Moisés me abraçava, me beijava, roçava sua barba no meu peito peludo, lambia e chupava meus mamilos e me apertava com aquelas mãos rudes de macho que pega no pesado.
Não demorou muito e eu estava novamente de pau duro. Moisés então se colocou de quatro na minha frente e pediu:
- Vem, seu Pedro, fode meu cu!
Não perdi tempo, peguei a vaselina, lambuzei seu cuzinho que piscava pedindo vara, lambuzei meu pau para que aquilo fosse o mais confortável possível para ele e para mim, e então iniciei minha investida, seu cuzinho era delicioso, apertadinho, quente, uma maravilha! Fui vendo meu pau sumir dentro daquele mecânico como se estivesse sendo devorado, ele gemia e pedia mais, quando estava todo dentro fui iniciando um vai e vem, fui acelerando as entradas e saídas, tirava até a ponta da cabecinha e enfiava tudo de novo com força, ele adorava.
- Me come com força, seu filho da puta! - ele pedia. - Me enfia esse caralho gostoso, meu macho.
Suas palavras me levavam ao delirio. Estava todo atolado na sua bunda, que cena linda, ver aquele puta machão de quatro, eu por cima segurando os seus quadris, enfiando e saindo, ele rebolando e pedindo mais vara era simplesmente o máximo. Com meu pau todo lá dentro, montei nele e enfiava a língua na sua orelha. Já estava perto do gozo, quando ele disse que queria cavalgar, eu aceitei. Fiquei de barriga pra cima e ele sentou gostoso. Senti seu cu engolindo minha vara inteira de uma só vez. Seu pau começou a bater em minha barriga, de tão grande que era. Me puxou e nos abraçamos, ele com minha rola toda enterrada em seu cuzinho.
Beijei-o muito gostoso. Como beija aquele mecânico! Comecei a bater uma punheta pra ele que rapidamente avisou que ia gozar. Sem tirar o pau de dentro do seu cu, ergui a cabeça e abocanhei seu pau que jorrou aquela porra quentinha e gostosa, agora em muito menos quantidade que da primeira vez. Engoli novamente com vontade, enquanto gozava dentro dele, deixando aquele rabo completamente encharcado de porra.
Ficamos nessa posição até voltarmos ao folego normal Finalmente nos levantamos e fomos tomar um banho de mangueira nos fundos da oficina.
Depois fomos tomar uma cerveja e, como estava ficando tarde, ele me pediu se podia deixá-lo em casa. Dei carona pra ele e me convidou a entrar. Já no apartamento, ainda nos restou um pouco de forças para carícias múltiplas, explorando os nossos corpos ao mesmo tempo que nos beijavamos ardentemente, tocando bigode com bigode, língua com língua, eu sentindo sua barba, seu cheiro de macho... que delícia!...
Isso aconteceu ha 6 meses, de lá pra cá meu carro não deu mais nenhum defeito, mas sempre que da, eu e Moisés nos encontramos para uma boa trepada entre machos.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
O PRAZER BATE A SUA PORTA

A vida nos ensina que devemos receber bem as pessoas em nossas casas. Foi o que eu aprendi prazerosamente com ela, depois da visita que um Agente Sanitário me fez. Aprendi que devemos acolher bem até mesmo as pessoas estranhas, pois a chegada destas pode, muitas vezes, nos proporcionar grandes surpresas.
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Sempre fantasiei com homens mais velhos, mas nunca havia transado com um. Isso até o dia em que a sorte bateu à minha porta, me dando a oportunidade de experimentar o sabor de um macho maduro.
Foi numa sexta-feira de manhã. Estava de folga do trabalho e aproveitei o dia para descansar. Por volta das dez da manhã, a campainha tocou. Atendi a porta e, um senhor, aparentando uns 48 anos, foi logo se apresentando:
— Bom dia, rapaz? Tudo bem? Sou Agente Sanitário do município e vim fazer uma inspeção na sua casa.
— Inspeção?! Inspecionar o quê? — perguntei tentando descobrir do que realmente se tratava.
— Bem, estou fazendo um serviço de prevenção contra insetos em todo o bairro. Parece que há uma infestação? Mas, não se preocupe... eu preciso apenas observar se na sua residência há algum foco e fazer algumas anotações. — esclareceu em um tom educado e extremamente formal. — Você pode permitir a minha entrada?
Cocei o queixo em sinal de dúvida, mas depois de dar uma bela conferida no senhor e reconhecer tanto o uniforme quanto as suas credenciais, decidi deixá-lo entrar. Pareceu-me um homem distinto, cujos cabelos levemente brancos imprimiam respeito. Tinha a estatura mediana, era parrudo e usava um bigode bem aparado, e trazia numa das mãos uma prancheta.
— Rapaz, pode me mostrar onde fica o banheiro?
— É só seguir o corredor... É no final dele! — indiquei.
Ele caminhou na frente, enquanto eu o examinava cuidadosamente. O uniforme grudado no seu corpo deixava à mostra os seus músculos rijos e uma bundinha larga, firme e deliciosa. As coxas eram bem grossas e peludas e pareciam estranguladas naquela bermuda justa. Reunia todos os atrativos que me interessavam em um macho na sua idade. Não pude deixar de comê-lo com os olhos e pensar no que aquele homem experiente e com um forte ar paternal poderia me ensinar. Mas, sabia que tudo não passava de fantasia, pois, não acreditei que com ele, eu conseguiria aquilo que estava querendo.
Ele entrou no banheiro. Deu uma olhada rápida e fez uma anotação na prancheta.
— Há algum problema? — perguntei ansioso.
— Não, rapaz. Por enquanto, não!
Ele me fez algumas perguntas corriqueiras a fim de saber um pouco mais sobre a rotina da casa e voltou a anotar na prancheta. Olhei para os seus braços e fiquei impressionado; eram bem fortes e tinham uma boa quantidade de pêlos brancos. Ele continuou o trabalho, indo à varanda, e logo em seguida, ao quintal dos fundos. Examinou cada canto que pôde, mantendo-se apenas concentrado no serviço, apenas me respondendo o que julgava ser necessário.
— Bem, não achei nada aqui. O meu trabalho está terminado!
Entramos novamente na casa e o conduzi pelo corredor até a sala. Ele fez mais algumas anotações e guardou o seu material de trabalho dentro da bolsa.
— Rapaz, será que você poderia me arranjar um copo de água?
— Claro— respondi, pedindo que ele me acompanhasse até a cozinha.
Tirei uma garrafa da geladeira e peguei um copo. Servi-lhe um pouco d’água e fiquei a uma certa distância, observando-o. Estava com muita sede, pois em seguida, me pediu um pouco mais.
— Tá muito quente lá fora! — disse. — Andar nesse sol não é fácil! E olha que tenho que trabalhar até as quatro da tarde.
— Realmente, tá muito quente!
— Bem, ao menos você tem sorte, pode ficar em casa, de bermudão, camiseta e chinelo... debaixo do ventilador. — disse mencionando aos trajes que eu vestia.
— É. Mas me parece que esse seu uniforme também é bem confortável?
— Pois é! Não esquenta muito, mas a bermuda aperta um pouco nas coxas. É bem justa! — respondeu, confirmando as minhas suspeitas iniciais.
— Hum!
— Às vezes, eu fico todo assado. — disse sorrindo.
— E o senhor que é bem branquinho deve ficar vermelho pegando todo esse sol.
— Hum, hum...
— Posso perguntar uma coisa?
— Claro, rapaz!
— Quantos anos o senhor tem?
— Eu, eu tenho 55.
— Nossa, 55? Pensei que tivesse menos, o senhor está com tudo em cima.
— É que eu me cuido rapaz!
— Espero chegar na sua idade assim.
— Você vai chegar! Pelo que estou vendo, você também está em forma. Sabia que quando eu tinha a sua idade o meu corpo era bem parecido com o seu?
— É sério?
— Sim, eu só era um pouco mais forte... Eu tenho uma saudade danada da minha época de moleque... Das coisas que eu fazia quando tinha a sua idade, você nem imagina?!
— Que isso! O senhor tá ótimo, ainda pode fazer o que quiser. Não tem essa de idade. É um garotão ainda!
— É pode ser... Mas tem coisas que não dá mais. Depois dos quarenta, a gente perde um pouco da agilidade...
— Mas eu compensação ganha em experiência.
— É verdade.
Ele já não estava mais tão reservado quanto antes. Aquele papo agradável o havia deixado mais simpático. Olhou para o meu corpo com admiração, como se quisesse levar com ele um pouco da minha juventude, e suspirou.
— Nossa, você tem uma tatuagem! — exclamou surpreso ao notar a pequena rusga de tatuagem que escapava pela minha camiseta.
— É, é uma tribal. — respondi, levantando a camiseta e virando de costas para que ele pudesse ver melhor.
— Bonita, cara!... e você tem um belo abdome! — disse admirando a minha barriga.
— Obrigado!
— Você mora sozinho? — perguntou, olhando em volta, desconfiado.
— Sim... eu moro — respondi sem dar muitos detalhes.
— Você sabia que eu também tenho uma tatuagem? — recomeçou depois de alguns minutos sem falar.
— Sério?
— Sim, quer ver?
— Bem, quero... — respondi sem pensar, imaginando que a tatuagem ficava em um lugar menos comprometedor.
Ele então abriu a fivela do cinto, desceu o zíper e baixou um pouco a bermuda. E para o meu espanto, mostrou a cueca, ou melhor, um sungão vermelho bem recheado. Subiu um pouco a camisa e exibiu finalmente parte da tatuagem que tinha na região pubiana.
— Bem, isso não é tudo! Ela começa aqui e vai até aqui... — disse apontando a trajetória da tatuagem. — Vou mostrá-la melhor.
Sem nenhum constrangimento, o coroa arriou a sunga e não me mostrou apenas a curiosa tatuagem, mas também um baita pedaço de carne. Estremeci. “Como um coroa daquele podia ter um jeba tão perfeita e gostosa como aquela?”
— Gostou da minha tatuagem? — interrogou o coroa cheio de malícia.
— Gos...tei... — respondi meio tenso.
— Gostou mesmo? — perguntou mais uma vez como se quisesse me testar.
— Sim...
— Bem, os seus olhos estão dizendo que sim, mas acho que não foi só da tatuagem, estou certo? Acho que gostou foi é de uma outra coisa. Que tal a minha rola? — interrogou, balançando a vara.
Não respondi... Apenas gaguejei... Na realidade, gostaria de responder que havia adorado aquele pau e que estava louco pra segurá-lo, e depois, botá-lo em minha boca. Mas não me atrevi...
— Ei, rapaz, não precisa ficar tímido. Fica à vontade, afinal você está na sua casa... Pode fazer o que bem entender! Eu saquei qual é a sua desde que cheguei aqui. Fique sabendo que, de vez em quando, eu curto um garotão. Agora vem cá! Chega mais perto, o papai aqui tem uma coisinha pra lhe dar.
Como que hipnotizado me aproximei, sem conseguir tirar os meus olhos de cima do pau do coroa. Era lindo e grande, longo, bem branquinho e de cabeça rosada com a forma de um botão de rosa.
— Quer dar uma pegadinha? — convidou-me.
Claro que queria, por isso, depois de hesitar um pouco, estiquei o braço e apalpei o cacete suculento que havia em minha frente.
— Ah, isso! Ai que gostoso! Que saudade de um macho segurando a minha rola. Fazia tempo que eu não... ahh!! Isso, rapaz, toca uma punheta bem gostosa, toca!
Com uma das mãos, friccionei suavemente o cacete do macho e com a outra, acariciei o seu saco peludo.
— Hum, que delícia! Continua, garotão! Me mostra um pouco mais o que você sabe fazer!

Querendo lhe mostrar os meus segredos, me ajoelhei no chão da cozinha e, olhando faminto para ele, pus a sua jeba na boca. Aos poucos, ela foi endurecendo, ficando em ponto de bala. Prendi meus lábios nela e fui deslizando com alguma pressão pela lateral, escorregando da ponta até a base. Enfiei a trolha na boca, mamando-a mais uma vez, com uma energia que deixou o coroa espantando.
— Nossa, rapaz, que fome é essa! Faz muito tempo que ninguém lhe dar de mamar, não é?
Realmente há muito tempo que eu não mamava uma rola. E aquele cacete comprido e lindo me despertava uma fome canina.
— Bate com ele na minha cara! Vamos! Esfrega o saco no meu rosto! — pedi tomado de tesão.
Ele atendeu. Primeiro, me deu uma bela surra de pica e, em seguida, esfregou o saco no meu rosto. Empurrou a minha cabeça um pouco para trás de modo que eu pudesse olhar diretamente para ele e passou as suas bolas no meu nariz.
— Cheira meu saco, viado! Sente como ele está cheiroso depois de duas horas andando no sol!
Realmente estava todo molhadinho de suor. Uma delícia que tratei de abocanhar assim que ele o pousou sobre os meus lábios. Dei-lhe então algumas dentadas de leve.
— Ah, filho da puta safado! — disse, puxando o meu cabelo e fazendo cara de mal. Você quer piru, não quer? Então, eu vou te dar.
Enfiou-me a pica na boca e segurando-me pelos cabelos me trouxe contra o seu corpo.
— Tá sentindo ele na goela, porra? Tá? E assim que eu vou meter no seu cu... Não vou deixar nem um pouquinho dele pra fora.
Enquanto ele me sufocava com o pau, eu apalpava o meu pênis que latejava dentro da bermuda pedindo pra sair.
Ele afrouxou por um instante para que eu pudesse tomar fôlego. Tentei, porém, abocanhá-lo mais uma vez. Nervoso com a minha impaciência, ele bateu com a ponta dele nos meus lábios para, logo depois, enfiá-lo com vigor até a minha garganta.
— É isso que você quer, não é?
Puxou várias vezes o meu rosto contra o seu corpo, me fazendo polir o seu mastro.
— Levanta!
De pé, deixei que ele abrisse a minha bermuda e enfiasse a mão dentro dela.
— Acho que eu achei um brinquedinho?
Arriou a minha bermuda e trouxe pra fora o meu cacete. E me encoxando gostoso, foi me masturbando ritmadamente, me deixando completamente derretido nas suas mãos. Alisou a minha bunda, com as suas mãos firmes e calejadas. Passou o dedo no meu períneo subindo com ele até o meu ânus.
Enterrou o indicador no meu cu, fazendo uma vigorosa pressão. Em seguida, abriu as minhas ancas o máximo que pôde para sentir toda a elasticidade do meu rabo.
— Acho que você já deu o suficiente esse rabinho na vida, pra agüentar a minha mandioca?
Agachou e, depois de dedilhar as pregas do meu cu, ele aproximou o rosto, enfiando, em seguida, a língua quente e úmida dentro dele. Enquanto ele, o lambia, eu me masturbava, esfregando, às vezes, com a mão a ponta do meu pênis e as minhas bolas.
— Ai, que língua gostosa! Assim você vai me fazer gozar rapidinho.
O coroa se pôs de pé, recheou as minhas coxas com o seu mastro bem dotado, esfregando-o bem gostoso na minha bundinha faminta.
— Ai, por favor, não me castiga! Não seja tão mal comigo! Mete logo, a minha bundinha não agüenta mais ficar sem rola. — supliquei tocando com os dedos os meus mamilos endurecidos.
Ele se afastou um pouco, retirou a bermuda, desabotoou a camisa e envergando a vara, posicionou-se de modo que a cabeça do seu pau tocasse a entrada do meu cu. Eu o senti roçando de leve a glande contra ela, espetando aos poucos a sua estaca dentro de mim.
— Abaixa um poquinho! — disse curvando um pouco as minhas costas. — Assim! Agora, entrou mais um pouquinho.
Gemi...
— Nossa, acho que me enganei?! Esse seu cuzinho até que é bem apertadinho! Tá difícil de arregaçar.
Tirou o mastro e o ensaboou com um pouco de saliva. Tocou mais uma vez as minhas pregas e enterrou bem devagar. Senti uma dorzinha gostosa e um prazer mais delicioso ainda.
— Ai, que cu é esse! Tá mordendo o meu pau!
Tirou novamente; Agora, dando-me mais umas lambidas para ver se conseguia, afinal, vencer a resistência do meu cu. Quando ia enfiar mais uma vez, teve uma idéia: puxou uma cadeira que estava próxima e me pediu para apoiar um dos pés sobre ela. Obedeci. Ele então, encaixou o mastro no meu buraco e foi empurrando.
Desta vez conseguiu meter até a metade, mas sentiu dificuldade para socar.
— Você tá me dando trabalho, hein rapaz? Mas sabia que eu tô gostando?! Nunca antes tentei comer um cu tão fechadinho. Esse seu buraco tá me deixando ainda mais excitado.
Procurando alguma coisa que pudesse lhe servir naquele momento, avistou em cima da mesa a manteigueira. Rapidamente a alcançou, destampou-a e passou um pouco de manteiga na cabeça do seu pau e em volta do orifício do meu cu.
Encostou a cabecinha nele, e começou a penetrar gostoso e bem devagarzinho.
— Ah, sim! Agora essa porra vai!
Aos poucos, o meu cu foi engolindo todo o cacete do coroa. Relaxando e se alargando para dar passagem ao mastro do meu macho. Agora, ele já podia bombar, empurrá-lo com vigor para dentro de mim. Já não sentia dor, apenas um prazer, um calor inexplicável na portinha do meu rabo.
— Ai que cuzão quente e gostoso é esse! — elogiou. — Tá até derretendo a manteiga.
O coroa metia com força, me segurando pelas alças da camiseta. Batendo e alisando o meu rabo, me fazendo sentir o quão era maravilhoso ter um pau dentro de mim.
— Ai, me enraba, filho da puta! Me enraba que eu gosto!
Uma hora, ele sacou o pau e fazendo mira com ele, foi pondo e tirando inúmeras com folga. Aquilo me levou aos céus, porque enquanto ele assim procedia, eu apalpava as minhas bolas e gemia alucinado.
Continuou comendo o meu cu naquela posição, metendo com uma vontade incrível. Eu apoiava na borda da pia, agüentando os solavancos que recebia toda vez que ele empurrava a jeba com força pra dentro de mim, quase me arrancando do lugar.
— Vem cá, vem! Vamos mudar de posição! — disse desengatando, dando-me um tapinha na bunda, e sentando na cadeira que estava por ali.
Coloquei-me por cima dele, deixando-o encaixar o pau no meu cu. Desci devagar, até chegar perto de suas bolas. Rebolei, sentindo a sua vara entrar gostoso, remexendo como uma alavanca dentro do meu cu.
Ele segurou-me o queixo, olhou-me com tesão e me deu um beijo rápido e depois uma lambida no rosto.
Toquei-lhe os mamilos com os dedos. Durinhos e deliciosos eles eram. Estreitei nossos corpos, e ele pôde sentir o meu pau roçando gostoso na sua barriga.
Pra facilitar a penetração, levantei as pernas, e apoiei os pés nas laterais da cadeira. Deste modo, meio que de cócoras, pude descer mais folgadamente. Ele me sustentou pelas nádegas e me ajudou a subir e descer, deslizando rapidamente por todo o seu membro.
Já não podendo mais, lancei o meu corpo pra trás, fazendo a cadeira trepidar um pouco. O meu pau tocando a barriga do coroa, acabou explodindo. Gozei, sem precisar me tocar, um jato de porra violento que sujou o peito do agente. Mas ainda faltava ele, que se mantinha ainda firme, todinho dentro de mim. Depois de umas rápidas e vigorosas estocadas, ele me afastou para fora do seu colo e se pôs de pé.
— Tá na hora! Vem pra cá, porra!! Vou te dar um banho bem quente de esperma!
Foi então o que ele fez, depois de se tocar vigorosamente... Explodiu num jato forte que lambuzou toda a minha cara. Fiquei de pé, e recebi dele um carinhoso beijo de língua.
Ele apanhou parte do seu uniforme que estava no chão. Vestiu a bermuda e começou a abotoar a camisa.
— Cara — disse ele! — Foi fantástico! Essa foi uma das transas mais gostosas que eu tive na vida. O seu cu é maravilhoso. Daqui alguns dias, eu volto novamente neste bairro e se você quiser, eu posso lhe fazer uma visita.
Respondi que sim, pois, depois do prazer que ele havia me dado, a porta da minha casa estaria sempre aberta para ele.
Conto erótico postado originalmente no blog punhetaliteraria.com de MGRIMALDI
domingo, 19 de abril de 2009
DE VOLTA PRO MEU PEÃO
Oi, meu nome é Pablo e irei relatar agora o segundo conto erótico que escrevo para este site. Sou de Natal/RN, tenho 22 anos, sou claro, olhos e cabelos castanhos, corpo razoavelmente bonito. Enfim, não sou bem um príncipe encantado mas também não chego a ser feio. O que aconteceu foi há dois anos, quando estava na minha fazenda no município de Nova Cruz no interior do estado do RN. Sempre costumo ir a fazenda nos fins de semana com minha família, mas dessa vez tive que ir sozinho, pois minha mãe ficou doente e meu pai teve de ficar em casa para cuidar dela. Pois bem.... Peguei o carro e saí na estrada. Após uma hora de viagem quando estava me aproximando da sede da fazenda, pude prestar atenção num jovem que estava a cavalo e tangendo o gado para um dos cercados Era um rapaz de pele morena e dono de um belo corpaço. Fiquei o encarando. Ele apenas me olhou rapidamente e continuou a fazer seu trabalho. Suspirei um pouco e continuei meu percurso. Ao chegar, procurei realizar minhas tarefas o quanto antes, para poder retornar para a capital o mais cedo possível. Determinei as ordens do meu pai aos trabalhadores e fui verificar se estava tudo em ordem pelos pastos da fazenda. Quem me acompanhou foi o Severino, que é o gerente da fazenda. Pegamos nossos cavalos e saímos cavalgando pela estrada. Fomos conversando bastante sobre os problemas da fazenda e foi nessa andança que pude observar de longe aquele carinha que havia visto logo quando estava chegando na fazenda. Perguntei ao Severino de quem se tratava, pois nunca o havia visto antes. Severino me disse que era o Rafael, filho do Aluízio que trabalha lá na fazenda. Ele estava apenas alguns dias trabalhando no lugar do pai que estava doente. Nesse instante me deu um estalo me lembrei de quem se tratava. O Rafael eu conheci quando era bem jovem. Como tínhamos a mesma idade, nós andávamos sempre juntos quando ia pra fazenda. Eles moravam na fazenda, mas depois seus pais se mudaram pra uma comunidade vizinha e por isso perdemos o contato. Foi com o Rafael que tive muitas brincadeiras sacanas quando éramos mais jovens, pois quando íamos sozinhos tomar banho de açude, nós tirávamos um o calção do outro e brincávamos de segurar o pau do outro. Foi com o Rafael que tive oportunidade de ver pela primeira vez um pau de verdade. Passados 8 anos pude ver o quanto Rafael estava um cara bonito. Eu não o reconheci de jeito nenhum. Ele era bem magrinho e agora está bem sarado e com cada lapa de coxas. E a bunda então nem preciso dizer. Fomos nos aproximando do Rafael e notei que ele não havia me reconhecido também. Rafael desceu do cavalo e veio conversar com Severino sobre uns problemas na cerca onde estava preso o gado. Fiquei só a observar. Quando eles terminaram o diálogo perguntei ao Rafael se ele não estava me reconhecendo. Ele sorriu, olhou desconfiado e arriscou perguntar se eu era o Pablo. Eu sorri e confirmei sua resposta. Ele veio todo sorridente e apertou forte minha mão. Então ficamos com aquela conversa mole. - E ai, tudo bem? - Há quanto tempo não é? E assim foi. Depois de um certo tempo disse que não queria atrapalhar seu trabalho e pedi para que ele passasse lá em casa mais tarde para conversarmos melhor. Ele topou e disse que lá pras 7 horas apareceria por lá. Eu disse que tudo bem. Severino perguntou se eu não iria voltar mais pra Natal naquele dia. Eu então arrisquei a desculpa de que era melhor não pegar a estrada a noite para voltar. Iria voltar só no domingo mesmo. Bem, continuei meu percurso com Severino. Enquanto ele falava pelos cotovelos eu fiquei no mundo da lua pensando como aquele garoto havia ficado bonito e principalmente gostoso. No fim da tarde ao voltar para a casa da fazenda, fui tomar um banho e ficar bem cheiroso para aguardar o Rafael. Liguei para minha namorada em Natal e avisei que não poderia ir encontrá-la neste sábado, pois houve um problema em um cercado e teria que ficar naquela noite para resolver. Enquanto aguardava pelo Rafael, fiquei lembrando das nossas brincadeiras. Estava me passando cada coisa pela cabeça. Eu fiquei muito estranho, pois sempre gostei de mulheres, mas com o Rafael era diferente. Quando lembrava das nossas brincadeiras chegava até a ficar de pau duro. Durante esses pensamentos o Rafael apareceu lá no terraço e me chamou pela janela. Tomei um certo susto e o convidei para entrar. Ele estava de calça jeans apertada, chinelos, uma camiseta de político e com um perfume bem forte. O cabelinho bem curto, penteado e ainda bem molhado. Ele sentou na cadeira e me sentei ao seu lado. Ficamos conversando sobre nossas famílias e sobre a cidade. Perguntei se ele estava namorando e ele me disse que não, mas que estava com uma filha de 2 anos. Fiquei surpreso de como um cara tão jovem já havia tido uma filha. Mas normalmente nos interiores do RN o pessoal já começa o trabalho cedo. Toquei no assunto das nossas antigas brincadeiras e ele apenas sorriu. E que belo sorriso!!! Não sei quem era mais tímido, eu ou ele. Isso somente naquele dia, porque antigamente éramos bem atirados. Nisso, depois de muita conversa, vendo que não ia rolar nada, resolvi oferecer cerveja pro Rafael. Ele não bebia, mas quis tomar só um copo pra me fazer companhia. Depois de alguns copos resolvi ser mais agressivo e perguntei o que ele fez pra ficar tão bonito. Ele disse que jogava muito futebol e que nadava muito nos açudes. Disse até que não o reconheci, pois ele era bem magrinho, com umas pernas tão fininhas e que hoje estava um cara muito lindo. Eu disse que ele estava muito bonito mesmo e que se fosse pra Natal iria fazer muito sucesso com as garotas. Disse até que iria comer muitas gostosas por lá. Ele sorriu e disse que isso seria ótimo porque ele só havia feito sexo apenas uma vez e foi justamente com a mãe da filha dele. Eu não acreditei e perguntei como ele agüentava. Ele falou que ficava na mão mesmo. Então voltei a falar que ele estava muito mudado mesmo. Você era tão magrinho e hoje está tão sarado. Tinha umas pernas finas e hoje estão bem grossas. Aquela bunda seca agora está bem redonda. Pedi pra ele se levantar e virar de costas. Ele ficou sem graça mas com minha insistência ele levantou-se e virou as costas pra mim. E eu apreciando sua bunda e dizendo: - Olha só. Nem parece aquela bunda seca que via quando abaixava seu calção. Ele voltou a sentar-se totalmente envergonhado. Eu então voltei a comentar aquela mudança radical. - Mas rapaz! Que impressionante! Não vai me dizer que teu pau também mudou. Ele ficou só rindo timidamente e dizendo que não. - Ahhhh. Vai ter que me mostrar. Já vi ele um monte de vezes e quero ver se continua o mesmo. Ele só faltava se enterrar de tanta vergonha. Ele só fazia rir timidamente e olhar pro chão. Eu puxei minha cadeira para o lado dele e pedi para ele abrir o zíper. Ele ameaçou abrir, mas desistiu. Eu então segurei no zíper e disse que ia abrir. Ele tirou minha mão e aceitou mostrar o pau. Então abriu de vez o zíper, colocou sua mão lá dentro e puxou seu pau pra fora. Eu então matei as saudades de ver daquele lindo pau que continuava o mesmo. Bem lisinho, da cabeça praticamente toda coberta e com poucos pêlos. Eu inventei que o pau dele estava também diferente e dei uma leve balançada nele. Ele ficou sem graça e botou o pau pra dentro. Rafael disse que estava tarde e que tinha que ir embora. Eu perguntei como ele iria e ele disse que era de bicicleta. Então falei para ele colocar a bicicleta em cima da caminhonete que eu iria deixá-lo na sua casa, que ficava numa comunidade a uns 8 km dali da fazenda. Ele disse que não precisava, mas insisti pois já era tarde pra pegar uma estrada daquela de bicicleta. Entramos na cabine e pegamos estrada. No meio do caminho passei pelo açude que tomávamos banho e o convidei para matarmos saudades da nossa infância. Ele disse que era a noite e que era perigoso e além disso estava sem calção de banho. Falei então para tomarmos sem roupa mesmo. Ele topou só um mergulho.Tiramos então nossas roupas e fiquei apreciando seu belo corpo nu. Notei que ele também ficou diferente ao me ver nu e ficou só me olhando. Ele foi na minha frente e fiquei olhando sua bunda dançando na minha frente. Não aguentei e apertei ela. Ele levou um susto e me olhou assustado. Eu então ri e sai correndo para a água. Ele levou na brincadeira e veio correndo atrás de mim. Pulamos no açude e ficamos jogando água um no outro. Logo estava muito fria a água e resolvemos sair rapidinho. Corremos para o carro e peguei uma toalha na minha mochila e dei pro Rafael se enxugar. Depois ele se enrolou com a toalha, abriu a porta do carro e sentou no banco para procurar sua cueca. Nesse momento não me contive, abri sua toalha e cai de boca no seu pau. Rafael ficou sem reação e depois foi cedendo, pois sua secura acho que falava mais alto. Seu pau de repente endureceu. Era a primeira vez que o via ereto. Eu então olhei pro Rafael e perguntei se alguém já tinha feito isso nele e ele disse que não. Vendo que ele estava em minhas mãos, pedi para que ele fosse dormir lá na fazenda comigo, pois assim poderia lhe ensinar muitas outras coisas. Ele não topou no inicio, mas lhe falei que ele jamais teria sensações iguais. Então ele topou desde que eu não dissesse pra ninguém, principalmente pro seu pai Aluizio. De qualquer forma passamos na casa dele só para avisar que ele iria dormir lá no quarto de empregados da fazenda, com a desculpa de que meu pai havia pedido para ele me fazer companhia já que eu havia ido sozinho pra fazenda e era perigosa aquela região. Aluízio aceitou tranqüilamente e nem desconfiou das nossas intenções. Ao chegar na casa, levei Rafael segurando em sua bunda até o quarto e pedi pra que ele tirasse toda sua roupa e deitasse na cama que eu voltava já. Fui pegar umas camisinhas e quando cheguei no quarto, Rafael já estava deitado e de cacete duro. Tirei minha roupa e deitei ao seu lado. E ele estava com muito medo e ao mesmo tempo curioso com o que eu iria fazer com ele. Voltei a chupar seu pau. Ele até apertava o lençol com os olhos fechados. Com muito cuidado comecei a dar umas lambidas no seu cu também. Rafael não acreditava no que estava acontecendo. Nem eu! Disse que iríamos para uma nova etapa. Pedi pra que ele ficasse de quatro. Disse pra ver se ele era macho mesmo para agüentar um pouco de dor no começo, mas que depois ele iria gostar. Vesti minha camisinha e comecei a enfiar levemente no seu cu. Alisava aquela bundinha linda e enfiava meu pau aos poucos. Rafael não estava aguentando a dor e pediu para eu parar. Não escutei e continuei. Comecei com um vai e vem e notei que ele estava começando a gostar. Estava ali comendo o Rafael. Comi com tanto gosto que gozei rapidamente. Tirei meu pau de seu cu e me deitei ao lado do Rafael. Notei que ele estava gostando muito. Ele pegou minha cabeça e levou até seu pau novamente. Já vi que ele gostou de uma chupada mesmo. Quando notei que ele iria gozar, tirei minha boca e vi aquela gala sair como um vulcão em erupção. Fiquei até com pena de ver tanto tesão acumulado naquele inocente rapaz. Acabamos adormecendo bem abraçados. No meio da madrugada acordo com o Rafael chupando meu pau. Ele me olha e diz que quer fazer o mesmo que eu fiz com ele. Até que ele chupava bem. Ficou beijando meu pau e foi subindo até chegar no meu pescoço. Ainda o puxei e dei um leve beijo na sua boca. Enquanto o beijava notei que seu pau estava bem próximo do meu cu. Então parei fui até ele e vesti ums camisinha. Coloquei minhas pernas em seus ombros e facilitei a chegada do seu pau ao meu cu. Nunca havia dado, mas a inocência dele me fez ceder. Só que ele enfiou com tanta força que dei um grande berro. Ele se assustou e até brochou na hora. Eu disse pra ele continuar desde que fosse bem devagar. No inicio foi difícil mesmo, mas depois vi o quanto era bom. Foi uma foda muito boa. Rafael me comia com tanto entusiasmo que estava suando bastante. Quando gozou, olhou para minha cara com um ar de quem queria agradecer por ter matado sua infinita secura. Ficamos com muitas sacanagens até o amanhecer. Pela manhã ele saiu para trabalhar e eu fiquei dando um cochilo. Quando acordei arrumei minhas coisas e peguei estrada. Na saída da fazenda encontrei Rafael sozinho como se estivesse aguardando minha passagem. Parei e lhe dei um belo beijo, apertei seu pau e me despedi antes que alguém nos visse. Depois daquele dia sempre vou na fazenda com o maior entusiasmo, mas nunca mais tive oportunidade de ir sozinho sem meus pais. Rafael deixou de trabalhar no lugar do seu pai, mas sempre vai lá para me fazer companhia. Andamos a cavalo e desde aquele fim de semana só conseguimos nos esconder nos matos para bater umas punhetas e dar algumas chupadas. Se fôssemos além disso alguém poderia nos descobrir. Não vejo a hora de termos outro momento daqueles, sozinho com Rafael na casa da fazenda.
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